Melhores HQs de 2007, Parte 2…. e a nova SET!

Ok, não foi exatamente “no dia seguinte”, mas as cinco melhores HQs do ano passado estão aí embaixo – mais o preview sensacional da SET de setembro!

5. Y – THE LAST MAN #60

(Texto: Bryan K. Vaughn; Arte: Pia Guerra)

Tecnicamente, a última edição da obra-prima de Vaughn e Guerra foi publicada na última semana de janeiro, mas como eu ia falar do último arco da série, que diabos, me processem. Como é praxe nas séries da Vertigo, Y – The Last Man foi criada com começo, meio e fim, com a ação de sessenta edições narrada em cinco anos num mundo pós-apocalíptico (e não há como descrever de outra maneira), em que todo mamífero com cromossomo y do planeta – ou seja, todos os machos – morreram misteriosamente ao mesmo tempo. O único sobrevivente foi o “escapista” Yorick Brown (e seu macaco, Ampersand). Ao longo da série, Vaughn, auxiliado pelo lápis elegante de Pia Guerra, não só mostrou as conseqüências devastadoras de um mundo sem homens como também apontou as causas para o evento – que, esticando a imaginação, foi algo cientificamente plausível – e como o planeta sobreviveria no futuro. No meio tempo, feminismo, militarismo, clonagem, viagens de ácido, intrigas e conspirações deram o tom, culminando numa edição de encerramento melancólica, triste e sublime – e, se você nunca leu Y – The Last Man, aconselho saltar para o próximo texto, já que vou falar sobre algumas coisas que compõem a edição.

Ainda aqui? Ok.

Depois da morte da agente 355 ao fim da edição 59 – a quem Yorick, com o fim da sua busca global por sua namorada, descobre estar realmente apaixonado –, não parecia mais ter sentido seguir a história, já que todos os pingos estavam nos is. Vaughn deu um salto temporal, mostrando que a humanidade perdurou com a ciência da clonagem, e com o próprio Yorick Brown, agora além de seus 70 anos, vivendo recluso – ou melhor, em confinamento – depois de tentar o suicídio. Como em toda a série, Vaughn não apresenta uma solução apressada, e com flashbacks bem colocados explica como ficou a mente do último homem da Terra quando o mundo foi, tecnicamente, salvo. O último painel da série, representando a grande incógnita que nossas “certezas” insistem em apontar, foi um desfecho sublime para uma das grandes histórias da literatura moderna. Uma série que, como muitas outras com o selo Vertigo, deixará saudades.

4. PUNISHER: WIDOWMAKER

(Texto: Garth Ennis; Arte: Lan Medina)

Garth Ennis entende o Justiceiro. Ou melhor, passou a entender depois que o título migrou para o selo Max da Marvel. Se antes Ennis fez do gibi do anti-herói uma pérola do humor negro, a mudança o fez criar as melhores tramas protagonizadas por Frank Castle desde sua estréia em Amazing Spider-Man 219. Não as melhores de hoje, veja bem: NUNCA o Justiceiro teve tramas tão boas, em toda sua trajetória, do que nas mãos de Garth Ennis e no selo Max – que vê o fim de uma era quando o roteirista abandonou o título mês passado na edição 60. Neste tempo, talvez “Widowmaker”, publicada nas edições de 43 a 49, tenha sido a melhor história do Justiceiro em todos os tempos. Não por ter sido a mais violenta, ou a mais original, muito menos a mais surpreendente. Mas Ennis conseguiu mostrar porque só Frank Castle é capaz de fazer o que faz, e como suas ações trazem conseqüências como uma pedra que perturba a placidez de um lago. O estopim é a união de viúvas de mafiosos mortos pelo Justiceiro, que se juntam para tocar um plano de vingança. Mas a irmã de uma delas – dada como morta quando seu marido, um cadáver também despachado por Castle que se divertia espancando a mulher e assistindo a ela satisfazer sexualmente seus amigos, cansou e se livrou dela. Seu retorno marca o início de uma história que revela a influência que Castle nem imagina ter, e também sua absoluta frieza ante os acontecimentos. “Widowmaker” é genial por não fazer concessões, por mostrar de maneira cruamente realista o que é o trabalho de Castle – e de seus alvos – e também por mostrar a conclusão mais impactante de uma série de quadrinhos em muito, muito tempo.

3. THE GOON: CHINATOWN

(Texto e arte: Eric Powell)

Em sua série semi-mensal, a criação de Eric Powell vive numa cidade infestada de zumbis, bruxas, monstros, aliens e outras esquisitices, numa atmosfera remanescente tanto dos quadrinhos da EC Comics (acompanhar o traço de Powell é como ler um Tales from the Crypt digitalmente pintado) quanto da literatura pulp. O Goon (ou Casca-Grossa, como foi chamado no único arco publicado no Brasil) é um brutamontes que supostamente trabalha para um mafioso e tenta manter um semblante de ordem em seu pedaço. Se a série é uma coleção de pérolas do non sense, encapsuladas no universo tecido por Powell, a graphic novel Chinatown (and the Mystery of Mr. Wicker) é uma obra-prima, uma trama fechada e acessível para quem nunca leu The Goon na vida. E, acima de tudo, é uma história de amor. Com estrutura fragmentada em flashbacks, Powell investiga o passado do Goon e como seu envolvimento com uma femme fatale enquanto consolidava a aliança com outros grupos criminosos quase pôs fim em sua vida do lado errado da lei. Ao mesmo tempo, um novo e misterioso criminoso rapta seu parceiro, o diminuto Franky (a base mais sólida da vida do anti-herói e, não raro, salva sua pele literal e metaforicamente), então Goon tem de voltar aos erros do passado para tentar salvar seu futuro – tudo num registro melancólico incomum para uma série pautada na violência cartunesca e na exploração do absurdo. Chinatown é como se A Marca da Maldade fosse dirigido por Guillermo Del Toro e depois impresso como HQ. É violento, é inesperado, é seco e tem alma. É um excelente ponto de partida para quem nunca leu a série. E é grande literatura, que joga o natural e o sobrenatural numa mistura com muita personalidade – palavra que faz muita falta à massa encefálica coletiva produzindo quadrinhos hoje, e que Eric Powell tem de sobra.

2. THE LEAGUE OF EXTRAORDINARY GENTLEMEN: BLACK DOSSIER

(Texto: Alan Moore; Arte: Kevin O’Neill)

Mr. Moore e Mr. O´Neill fizeram de novo. A mais recente aventura da Liga Extraordinária (e última por uma major) encaixa-se com brilhantismo ao lado dos dois primeiros tomos, e vai além. Talvez descontente em ver parte de sua obra sendo traduzida para outras mídias (colocando pingos nos is, as intermináveis discussões de como o autor não quer nem saber da adaptação para cinema de Watchmen), Moore criou uma obra que realmente não faz sentido a não ser como uma história em quadrinhos. E não como conteúdo, mas como forma: ao longo de suas 200 páginas, Black Dossier vê sua narrativa de quadrinhos “tradicionais” transfigurada sempre que os protagonistas – Mina Murray e Alan Quatermain, com os quais Moore conseguir uma solução genial para uma série mais longeva – abre o tal “dossiê negro”, que conta a história de todas as Ligas até então. A partir daí, a trama é narrada de acordo com a época e a mídia em que originalmente se situava, seja uma peça, uma narrativa em prosa, mapas, cartas e até uma masturbatória tijuana bible, gibi de sacanagem ao estilo Carlos Zéfiro – em um extraordinário trabalho de Kevin O´Neill. Em cada um destes pedaços, o tipo de papel usado na impressão é modificado, bem como seu tamanho, o que dá a ilusão de que a trama realmente é expandida além de nossa percepção normal. E, acredite, cada um destes pedaços é essencial não só para compreender o que está acontecendo como também para nos preparar para a novíssima série LOEG: Century, desta vez publicada (em três tomos) pela Top Shelf. Ah, a trama: saltando era Vitoriana das histórias originais para 1958, Mina e Quatermain precisam recuperar o Black Dossier e desvencilhar-se de três agentes da Coroa – o jovem espião Jimmy (ou melhor, James Bond, acertando a caracterização original de Ian Fleming até as vírgulas), Emma Night (antes de se tornar Emma Peel, estrela da série Os Vingadores) e Hugo Drummond (ou Bulldog Drummond, criação de Herman McNeile, um ex-combatente da Primeira Guerra que se tornou detetive). O clímax da nova aventura da Liga joga as convenções pela janela e lembra as alucinações de Promethea, com um encontro cósmico retratado em 3D – mais uma vez, essencial para a trama, e não apenas um gimmick. Quando inventa de criticar Hollywood, outros artistas ou filmes derivados de sua obra, Alan Moore pode ser indigesto e inconveniente. Mas é inegável que, após ler algo tão denso, detalhista e inacreditável como Black Dossier, “gênio” é a única palavra aplicável a ele.

1. LANTERNA VERDE: SINESTRO CORPS WAR

(Texto: Geoff Johns, Dave Gibbons e Peter J. Tomasi; Arte: Ivan Reis, Ethan Van Sciver, Patrick Gleason)

Histórias em quadrinhos são uma mídia propícia para contar histórias de qualquer gênero – seja terror, romance, comédia, o que seja. Mas, por conta de ícones como Superman ou Homem-Aranha, tornou-se sinônimo de super-heróis. E é em histórias coloridas que estes encontraram seu nicho mais tradicional. E mais abundante. E é aí que mora o problema. Há sete décadas, desde que o Homem de Aço começou seu vôo, o formato das histórias de super-heróis seque o esquema das soap operas: apesar das adaptações de cada época, elas seguem uma cronologia mais ou menos estabelecida, o que torna difícil a autores contemporâneos criar não só tramas de impacto, que tenham alguma relevância e que possam refletir em seus personagens no futuro próximo, mas também que possam criar algo comercialmente viável para que os super-heróis – e suas editoras, claro – continuem no horizonte. E os fãs não deixem de receber a dose de seus personagens favoritos. A moda atual são, claro, as “grandes sagas”, os megacrossovers que monopolizam atenção e polarizam os criadores de uma editora em torno de um único evento. Às vezes ele funciona muito bem (como em Guerra Civil ou no atual Secret Invasion, da Marvel). Outra, é uma confusão de dar dó (se você não consegue enxergar lógica em Contagem Regressiva, espere até ver o absurdo que é Crise Final…).

E, às vezes, tudo dá certo.

Sinestro Corps War não foi vendida como uma minissérie “fundamental”, um evento de repercussões cósmicas nem teve dezenas de one-shots e séries paralelas. Na verdade, a trama foi contida nas séries Green Lantern e Green Lantern Corps – mais quatro especiais – e conseguiu, sem esforço, unir o melhor de todos os mundos para uma aventura de super-heróis em quadrinhos: uma trama enxuta que mistura ação, aventura, ficção científica e drama num épico que redefine o papel da tropa dos Lanternas Verdes, amarra a saga da ressurreição do maior deles, Hal Jordan e, o principal, prepara terreno para o futuro – a próxima grande história dos Lanternas é The Blackest Night, em 2009. Tudo isso visualizado por um grupo de artistas encabeçado pelo brasileiro Ivan Reis, que nasceu para desenhar super-heróis e tornar a história um blockbuster como os de Michael Bay. Não existe nada muito denso ou metafórico em Sinestro Corps War (que está para começar no Brasil com o nome “A Guerra do Anel”). Não é pretensioso como Hulk Contra o Mundo, em que a Marvel deixa uma ótima premissa se diluir em dezenas de histórias ruins – aqui o texto gravita em torno de Geoff Johns, com Dave Gibbons e o excelente Peter Tomasi como auxílio luxuoso. Mas é divertido, visualmente deslumbrante e empolgante como poucas boas histórias. E o que mais a gente pode pedir de um bom gibi de super-heróis?

EXTRA! EXTRA! QUEM VIGIA OS VIGILANTES?

A SET, é claro. Começando nossa cobertura de Watchmen em grande estilo, a edição de setembro da melhor revista de cinema do Brasil traz reportagem exclusiva com os bastidores da adaptação da obra-prima de Alan Moore e Dave Gibbons – celebrada com quatro capas para você colecionar. Fomos às filmagens de Watchmen no Canadá, conversamos com o diretor e o elenco do filme em San Diego e também no Brasil – tudo para você não perder nada da difícil tarefa do diretor Zack Snyder em traduzir em som e luzes a criação de Moore e Gibbons. Aproveitando a deixa, adiantamos segredos de grandes filmes que estréiam nos cinemas do Brasil e do mundo até o fim do ano e além, com um aperitivo de O Exterminador do Futuro: A Salvação (e um pedaço de nossa entrevista exclusiva com o diretor McG), Harry Potter e o Enigma do Príncipe (que fomos conferir as filmagens em Londres), O Lobisomem, Wolverine, GI Joe e muitos outros. Quer mais? Direto de Budapeste, a gestação de Hellboy II: O Exército Dourado; das ruas de São Paulo, as filmagens de Ensaio Sobre a Cegueira; e um bate-papo exclusivo com os diretores de Linha de Passe, Walter Salles e Daniela Thomas. Fique de olho nas bancas, agarre as quatro capas e boa leitura.

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31 Respostas to “Melhores HQs de 2007, Parte 2…. e a nova SET!”

  1. Rama’s SCREEN » SET Magazine Cover: WATCHMEN Says:

    [...] a person company than something WATCHMEN?! Via Superhero Hype, a Brazilian Movie Magazine called SET has 4 WATCHMEN characters (Dr. Manhattan, Rorschach, Silk Spectre II, and The Comedian) on the [...]

  2. Edgard Says:

    WATCHMEN!!!!!!
    Cara!!!! Dessa vez me surpreenderam!!!! Deu vontade de comprar as quatro!!!!!
    Mas, fico só com o Manhattan!!!! Tá fodaço!!!!
    Parabéns pela escolha… mas não tinha nenhum lançamento neste mês não?
    Não que esteja reclamando, afinal as capas ficaram ótimas… mas… isso é um preview?
    Abração…

  3. Jorge Wagner Says:

    Yatta, saiu no /film: Watchmen SET Magazine Covers

  4. Revista SET libera 4 capas de Watchmen | ZeroOitocentos Says:

    [...] Incrível como em um mercado predominantemente americano, ainda temos vez ou outra os brazucas levantando o orgulho da nação no mercado de entretenimento. A revista SET do Brasil-il-il conseguiu 4 fotos fodáximas de Watchmen para 4 capas colecionáveis da revista do mês de Setembro. Nós aqui do ZeroOitocentos damos o furo primeiro (UUUUUUII!) e mostramos para você as quatro capas da revista brazuca que está dando o que falar lá fora. Quem descolou essas maravilhas foi o Kapow!. [...]

  5. Alex Sandro Alves Says:

    Olá Sadovski!

    As capas ficaram muito bonitas e tal, mas o filme só estreará o ano que vem!!! As vezes essa ganância e necessidade mercadológica me entristece.

    No mês de Agosto vocês colocaram na capa Zé do Caixão (fiquei surpreso confesso), mesmo o filme sendo um fracasso anunciado!!!

    Agora que vocês têm a excelente oportunidade de repetir a dose com os lançamentos de ‘Ensaio Sobre a Cegueira’ e ‘Linha de Passe’ (filmes, principalmente o primeiro, que terão repercussão internacional), vocês me vêem com Watchmen???

    Ah pode parar! E com quatro capas??? Tudo em nome do dinheiro! Infelizmente!

    Abraço Sadovski!

  6. joão paulo da silva Says:

    Cara que louco,muito muito massa.A SET ta dando o que falar la fora eu vi as capas pela primeira vez no site comingsoon.net(isso é que é pretigio).Agora estou confuso a capa do Mrs Manhanttan ficou perfeita,mas a da Spectral e a do Rorschach ficaram ótimas.Tá bom me decidi vou ficar com a do Dr Manhanttan e SET é melhor capa do ano não sei como vocês vão fazer melhor.

  7. Operación Mandril » Encabezado Peliculas » Nuevas imágenes de Watchmen en la revista Set Says:

    [...] Blogdosadovski (vía Super Hero Hype!) Notas Relacionadas: The Spirit, Kick-Ass y Watchmen,Guiones y demandas: [...]

  8. Luis Felipe Says:

    Sadovski, seu maldito!!! Você quer mesmo ferrar com o meu rico dinheirinho, não é? Pô!! Quatro capas de Watchmen? Isso é maldade demais…

  9. Alipio Says:

    Esse Sadovski é um f.d.p. Serei obrigado a comprar as 4 revistas… Tinha que ter um desconto pra quem comprasse 4 exemplares.

  10. Márcia Dantas dos Santos Says:

    Simplesmente fantástica a edição desse mês!! Watchmen promete!!! Amei as capas (pena q só vou poder ter uma, grana curta!!) Parabéns, Sadovski e SET, sempre arrasando com as capas!!!!

  11. moviefans.de @ Watchmen Says:

    Woww !!! Those WATCHMEN-Covers are sooooo great !!!

  12. Fagner Franco Says:

    Parabéns pelas ótimas capas… se bem que isso só vai servir pra aumentar ainda mais a minha ansiedade pelo filme… Deus ajude para que Znyder não zoe a HQ mais foda ever…

  13. Blac Renderings » Blog Archive » Comic News: Nick Cage in Kick Ass and New Watchmen Covers Says:

    [...] of Blogdavoski Story: [...]

  14. Magno Says:

    Carambaaa! Nessa a SET ARREBENTOU, bem melhor que as capas das SET’s anteriores!! “WATCHMEN”: melhor capa que essa impossível!(mesmo querendo Hellboy 2 na capa, mas tudo bem!). Não sei muito sobre esse filme mais concerteza vai ser show de bola, e tô doido pra ler a matéria sobre “Wolverine” e “Hellboy 2″! PARABÉNS SET!!!

  15. Edgard Says:

    Cara… a Set tá falada por causa dessas capas…
    Já vi as imagens reproduzidas em um monte de sites por ai…
    Bem, se era essa a finalidade de colocar Watchmen antes da hora (por q ainda não dá pra entender o motivo para as capas do filme num mês com tantos lançamentos legais, apesar das imagens serem maravilhosas), então parabéns à SET…

  16. joão paulo da silva Says:

    vcs naum sacaram a set ta fazendo dois preview isso é bem melhor para aguentar ansiedade de os filmes do ano que vem genial esperar pelo preview 2009 é muita tortura.

  17. junior ribas Says:

    Apesar se nao saber muito desse filme as capas ficaram muito boas …
    Mas é impossível nao concordar com o comentário do Alex Sandro Alves(logo acima).Chega a ser rídicula a quantia de filmes bons em unico só mês,talvez set esteja-como disse o alex-pensando no dinheiro ou talvez seja só vontade de nos deixar informado mais cedo…nao importa o q for…como sempre eu vou estar la na banca esperando pra comprar a set….

  18. junior ribas Says:

    PESSOAL ESTOU PASSANDO MAIS UMA VEZ PRA DIVULGAR MINHA COMUNIDADE EM HOMENAGEM AO IDOLATRADO ROBERTO SADOVSKI

    VAMOS LÁ PESSOAL,VAMOS ENTRAR….

    A COMUNIDADE É :

    ROBERTO SADOVSKI É FERA

    OBRIGADO

  19. Igor José P.G.G. da Silva Says:

    Tudo que tenho a dizer sobre as capas é:

    UAU.

    Se bem que pensei na capa em Hellboy 2, mas, novamente: UAU.

  20. Rodrigo Says:

    Concordo com alguns comentários de que Watchmen na capa agora está um pouco exagerado, visto que a estréia ainda está um pouco longe! Mas SET é SET e tudo fica sensacional!

  21. Anderson Cossa Says:

    Uma bela lista, digo de passagem. Estou louco pra ler Black Dossier.
    Quanto as capas da Set, creio que não vai ser difícil pra mim escolher, he! Dependendo, claro, de qual delas vão chegar aqui em Londrina.

  22. Gabriel Says:

    Quero a Do Dr.Manhatan Ou Então Da Espectra…
    As Outras Tb Ficaram Fodásticas, Mas Desses Dois, Ficaram Perfeitas…

    (Pra Mim a Capa Ia Ser Do Hellboy)

  23. Valdir Agostinho de Oliveira Says:

    Putz!!! Desta vez não tem como reclamar de receber em casa a capa mais feia!! Melhor que isso, só recebendo as 4 de uma vez!

  24. ANDERSON LUCAS Says:

    GRANDES COISAS !!! JA CONHEÇO ESSA HISTORIA MUITO BEM !!! 4 CAPAS ? NEM SEMPRE JUSTIFICA A FALTA DE ASSUNTO …QUANDO SE TEM ASSUNTO !!! QUE LASTIMA !!! ECA !!! AS 4 CAPAS SÃO FEIA PRA CACETE !!!

  25. Harry Says:

    Valeu a tentativa de corrigir o erro da capa do mês anterior. Se Watchmen no cinema, for pelo menos metade da obra-prima que é nos quadrinhos, já será bom demais.

  26. Magno Says:

    Comprei a nova SET (comprei a revista com a capa da Espectral) e digo a vocês: SET ARREBENTOU!!! Excelentes matérias ( principalmente sobre Hellboy 2 [ que eu achei que fico um pouco pequena a matéria, mas vem apresentando cada um dos personagens e entrevista com Guilherme del Toro])! A matéria sobre Watchmen e os outros filmes também foram excelentes, e não esquecendo, a gata da Selma Blair (Hellboy 2) na página 6 (excelente foto)! Novamente SET: PARABÉNS!!!

  27. Edgard Says:

    Comprei a Set ontem (que bom que por aqui chegaram as 4 capas e pude escolher a que eu queria – ou seja: Dr. Manhatan!).
    Quase li tudo ontem à noite mesmo, mas tive que fingir que prestava atenção às aulas na facul….
    Bela edição… as matérias sobre os novos filmes do Meirelles e do Salles são ótimas… do Hellboy está impecável, e o preview – apesar de parecer meio “tapa-buracos” – me deixou com água na boca.
    Parabéns pela revista, e pelas capas maravilhosas dos últimos dois meses… espero que mantenham esse nível daqui pra frente, ou – se for possível – que melhorem ainda mais.
    Abração.

  28. Magno Says:

    CORREÇÃO: GUILHERMO del TORO

  29. Ivan Says:

    Com um filme ótimo que é Ensaio sobre a Cegueira, mais Linha de Passe, e a SET aparece com QUATRO capas de Watchmen, que só estréia em março, e com apenas três páginas de reportagem. Se era pra colocar o que foi discutido na Comic Con, pelo menos coloquem de forma explícita isso. Até a diagramação de Cegueira e Linha de Passe ficou melhor.

    por mim seria melhor colocar as seguintes alternativas como capas: Cegueira, Hellboy, Linha de Passe.

    abraços.

  30. Guilherme RV Says:

    Pô tudo bem que as capas são sensacionais, e a revista tá muito boa (já comprei e já li), mas ninguém aqui comentou das HQ´s citadas pelo Roberto?!?!

    Bom, esse mês li o TPB de “Y-the last man” e realmente me deu uma tristeza… Vou sentir bastante falta desta série! Sensacional… (o negócio é ler de novo na Pixel Mag.)

    Goon é muito legal também… Espero que continue sendo publicado por aqui. (E aí Roberto, alguma persectiva?)

    Punisher certeza que chega às bancas daqui um tempo, junto com Sinestro corps war que tá logo aí…

    Tb acho que a Liga logo, logo alguém publica.

    Bom faço aqui um apelo final pra Kapow vir com mais frequência e que se fale mais de HQ´s aqui também!

    Abraços

  31. João Carlos Gomes Says:

    Olá, Roberto!

    Cara, que código é esse que você falou na seção de cartas da SET dos quatro relógios ao lado das capas de setembro? Fiquei curioso!!!

    Ah! Aproveitando o ensejo, gostaria de perguntar para a grandiosa enciclopédia do cinema, Dulce Damaceno de Brito, se ela teve contato com o ator Stewart Granger, o herói mais legal que já vi, o Scaramouch. Seria legal um de seus oportunos comentários sobre ele (muito embora eu já saiba que na próxima edição deva ser uma justa homenagem ao também grandioso Paul Newman)!

    Um abraço, Roberto!

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