Posts Tagged ‘will smith’

Coisas que chegaram, coisas que estão por vir…

sábado, 27 dezembro, 2008

O ano está fechando os olhos, o novo já dobra a esquina. Nos próximos dias, provavelmente antes de 2009 chegar, vou dividir com vocês os pensamentos sobre alguns filmes que estão para chegar aos cinemas e eu já vi, como The Spirit, O Dia Em Que a Terra Parou, Frost/Nixon e O Curioso Caso de Benjamin Button. E sobre Watchmen. E sobre o futuro.

Enquanto isso, deixo a capa da edição de janeiro de SET, nosso já tradicional preview, em que damos uma geral em mais de 150 filmes que estréiam em 2009, com entrevistas, visitas a sets de filmagem e um listão sério do que vai prender nossa atenção já a partir de janeiro (e, não, você não vai encontrar uma linha sobre um novo Superman porque, bem, este filme não existe…). Além do preview, em janeiro você vai ler uma entrevista exclusiva com Will Smith, o maior astro do planeta; um papo com Jim Carrey na comédia Sim Senhor; e tudo sobre Benjamin Button – que, eu já adianto, é brilhante!

Em breve, volto por aqui. Estamos trocando o papel de parede, mexendo nos móveis da sala, para SET ganhar nova cara – nas bancas e na internet. Você não perde por esperar!

Wolverine com cara de mau na edição de janeiro de SET

Wolverine com cara de mau na edição de janeiro de SET

Anúncios

Ponto para Big Wyllie

sexta-feira, 21 dezembro, 2007

iamlegend.gif

Eu Sou a Lenda já é um fenômeno. Com quase 80 milhões de doletas no caixa só em seu fim de semana de estréia – o maior da história em dezembro -, o filme prova uma e uma coisa: Will Smith é o cara. Mais que isso. Ele é capaz de vender qualquer coisa. Drama (Em Busca da Felicidade), comédia (Hitch), aventura (Bad Boys 2), ficção científica (Eu, Robô)… E agora, terror. Números, números. Mas você, meu caro, pode estar se perguntando: “E aí, vale minha grana?” Will vale. O filme, nem tanto. Baseado no livro de 1954 escrito por Richard Matheson e já levado ao cinema duas vezes (Mortos Que Matam, de 1964, e A Última Esperança da Terra, de 1971), Eu Sou a Lenda é uma ficção científica/terrorzão/espetáculo pós-apocalíptico tímido. Bacana, bonitão, mas tímido. Todo o tempo em que o diretor Frances Lawrence (Constantine) se concentra em Will Smith, sozinho zanzando por uma Nova York às moscas, é genial. Os flashbacks que mostram a gênese do vírus que transformou 90 por cento da humanidade em “zumbiros” são… ok, vai. Mas quando os ditos aparecem, a coisa é anti-climática. Vai entender. Culpa do roteiro indeciso, que não sabe se assume que a humanidade agora é um bando de bestas sedentas de sangue ou humanos involuídos mas que ainda são capazes de raciocinar (ou de armar uma arapuca engenhosa, ainda que besta, para Will). O terceiro ato, por sinal, vai radicalmente contra o texto original de Matheson, empurrando um final que, ora, não é de se estranhar, mas ainda assim peca pela falta de cojones. Alice Braga? hmmm… Quem sabe na próxima, não? Ainda assim, Eu Sou a Lenda era o blockbuster que as bilheterias anêmicas precisavam para respirar e entrar na temporada de festas aliviada. Mas é só dinheiro, certo? Certo, mas vale pelo um show de Big Wyllie, que volta aos cinemas ianques em seu feriado favorito, o 4 de julho, como o super-herói Hancock. Ka-ching!

Ah, leia a matéira publicada na SET de novembro nos links abaixo.

O Último dos Moicanos

Mortos que Matam

Richard Matheson