Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Ainda o(s) melhor(es)

quarta-feira, 1 abril, 2009

Eu sei, eu sei, você deve estar de saco cheio de ouvir a mesma ladainha sobre as mudanças em SET, o site, etc. As coisas mudam – e, às vezes, demoram. SET está enfrentando a maior mudança de suas duas décadas de existência, para continuar a levar até você o melhor do cinema mundial. Uma coisa é certa: SET, só como revista, não cumpre essa meta. Mas prefiro não colocar em prática nada que seja minimamente tosco, a idéia é sempre ser o melhor – até porque você, leitor, exige isso. Os contantes atrasos da revista nas bancas infelizmente é reflexo deste movimento, do aumento do fluxo e da implantação de um sistema melhor para que você tenha a melhor SET possível em mãos. Para o pessoal que comenta cada post jurássico em Kapow!, uma garantia: eu leio cada um deles, só não consigo respondê-los aqui. É bom começar o debate em Kapow! e é ainda mais bacana continuá-lo online em outras redes sociais – Orkut, Facebook, Twitter, você pode me encontrar em todas elas.

Uma mudança que é para logo, provavelmente até o fim da semana que vem (pelo menos foi a garantia) é a mudança de casa de Kapow!, que deixa o site de SET até que ele seja reformulado da maneira correta. Por enquanto, estarei estacionando minha mula virtual em outro quintal – é surpresa, continuem acompanhando Kapow! para saber. A mudança também não será só visual, mas também de conteúdo. Inauguro a nova Kapow! com o Top 10 de cinema de 2008 (que, este ano, não contemplou um filme brasileiro sequer…), e a partir daí serão dezenas de novos posts por dia, interagindo com as outras redes que eu faço parte. A idéia é aumentar nossa comunidade e torná-la mais divertida. Ah, censura zero!

E a SET de abril, que chega em cerca de dez dias às bancas, traz dois dos filmes que começam a temporada do verão nos Estados Unidos. O primeiro, claro, é X-Men Origens: Wolverine. Conversei por mais de uma hora com o diretor Gavin Hood para entender, afinal, qual é a deste recomeço mutante no cinema. E é um recomeço, embora esteja alinhado com o universo apresentado nos três X-Men. Ah, eu sei que uma cópia incompleta do filme vazou na net, mas só sendo muito estúpido alguém vai baixar um filme com qualidade duvidosa e diferente da versão final, sendo que Wolverine estréia dia 30.

Além de X-Men Origens: Wolverine, SET também traz em abril os bastidores de Star Trek nas palavras de seu diretor, J.J. Abrams, e do elenco – Chris Pine, Zachary Quinto, Zoe Saldana e John Cho conversaram comigo em Los Angeles, e espere só até ver o que Zoe tem a dizer sobre Avatar… Mais? Também trazemos uma reportagem sobre o avanço da tecnologia 3D com Monstros Vs. Alienígenas; entrevistas exclusivas com o elenco de Velozes & Furiosos 4; e um papo revelador com José Padilha, diretor de Tropa de Elite.

Fique esperto e até (muito) em breve.

Wolverine enfrenta seu passado (errr.... no passado) em seu primeiro filme-solo

Wolverine enfrenta seu passado (errr.... no passado) em seu primeiro filme-solo

Natal neo-noir!

quinta-feira, 27 novembro, 2008

Rapazes e moças, um mês de isolamento depois, e cá estou eu com mais uma Kapow! – totalmente em falta, por sinal, mas as engrenagens estão se movendo para as novidades que devem pintar ano que vem em SET. Em breve, por sinal, você começa a ver essas mudanças aqui mesmo, em SET Online. Por exemplo, que tal ter um arquivo com TODAS as capas de SET até hoje? E que tal se, aos poucos, o conteúdo de cada edição dos últimos 21 anos também começasse a pintar na net? É, a trabalheira será grande.

Dezembro chega, por sinal, com a redação de SET em pesar, com a perda de nossa colunista, Dulce Damasceno de Brito. Nosso colaborador, Alfredo Sterhein, um dos amigos mais próximos da Dulce, escreveu um texto que resumiu o que ela significou para todos nós, e a falta que ela fará. Lembro das últimas vezes que a vi, em eventos de distribuidoras, e de como conversar com ela sempre foi uma inspiração. Porque, acima de tudo, a Dulce amava o cinema! Sua fascinação com os astros não era deslumbre de tiete, era paixão por aquele mundo! Mesmo agora, com a indústria tão diferente daquela que ela conheceu quando morou em Los Angeles, a Dulce permanecia antenada, de olho nos novos astros, sem nunca deixar de traçar um paralelo com o mundo atual e o mundo que ela conheceu tão de perto.

E será que qualquer outro jornalista de cinema do Brasil podia se gabar de ter conversado com Marlon Brando tantas vezes? Ou de visitar set de filmagens de Stanley Kubrick e Alfred Hitchcock? Só a Dulce podia.

Bom, em dezembro tem matéria sobre minha visita aos estúdios de animação Walt Disney, e um papo com John Lasseter. Também conversamos com Viggo Mortensen no Rio de Janeiro, quando ele lançou o filme Um Homem Bom, dirigido por Vicente Amorim. Também falamos da segunda animação digital feita no Brasil, O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes.

E a capa (ou as capas) que você vê aí embaixo trazem uma matéria completíssima da estréia de The Spirit, primeiro filme dirigido por Frank Miller. SET conversou com exclusividade com Miller e com seu elenco, em uma matéria que você só vê aqui!

E é isso, rapazes e moças. Kapow! volta antes do que você imagina, quem sabe com uma decoração diferente por aqui…

Gabriel Macht como The Spirit

Gabriel Macht como The Spirit

Scarlett Johansson como Silken Floss

Scarlett Johansson como Silken Floss

Bond is back!

sexta-feira, 26 setembro, 2008

Rapazes e moças, depois de conferir o novo filme de Ridley Scott (e de bater papo com ele, Leonardo DiCaprio e Russell Crowe – leia mais na SET de novembro), estou de volta ao hotel só para cumprir minha promessa. Quando eu quero até consigo ser um sujeito legal…

A SET de outubro traz a cobertura de Quantum of Solace, com entrevistas exclusivas com diretor, produtores e, claro, com Daniel Craig, falando de como continuar a reinvenção de Bond depois de Cassino Royale. Além disse, damos uma geral em Corrida Mortal, na carreira de De Niro e Pacino, no brasileiro Última Parada 174 batemos um papo (direto de seu pub) com Guy Ritchie, que volta à forma com RocknRolla.

Divirta-se! E até novembro com uma capa… inesperada… hehehe. Ah, e lembrem-se que mudanças gigantes estão a caminho.

Daniel Craig, elegante como sempre, em Quantum of Solace

Daniel Craig, elegante como sempre, em Quantum of Solace

Comic Con, Dia 3: Watchmen e a… eletricidade

sábado, 26 julho, 2008

Ok, vou direto ao ponto: a Comic Con 2008 está morna. Pronto, falei. Está morna, sem pique, sem… eletricidade! Ano passado sempre existia uma certa empolgação no ar, uma mistura de feirão com show de rock. Pois bem, os shows estão mais para Coldplay do que para Rage Against The Machine. Veja o caso de Watchmen. Hall H lotadaço, platéia enfileirada desde as 7 da manhã. A imprensa, então, espremida num vão embaixo da tela, sem espaço sequer para ver o que era exibido (menos este que vos escreve, que usou os bons contatos para ficar num lugar mais bacana – como já dizia o Faith no More, “being good gets you stuff”). Eis que surge o elenco principal do filme, seguido do diretor Zack Snyder. Novas imagens do filme exibidas (dentro do contexto, ainda mais espantosas do que no trailer, com o Dr. Manhattan explodindo vietcongues em um pipoco de sangue, misturada a cenas mais serenas de cada personagem, inclusive um sorriso assustador do Comediante para a Espectral – uma “cantada” que, quem leu a série, sabe bem como termina).

Daí veio o problema: aplausos contido, entusiasmados até. O mesmo clima se repetiu no painel do filme de Frank Miller, The Spirit (as cenas que o diretor selecionou mostram que a tecnologia para bolar maluquices digitais não pára nunca de evoluir). Mas nada que fizesse o chão reverberar como Homem de Ferro ano passado. Ou Homem-Aranha 3 no anterior. A verdade é que a Con foi mesmo tomada, domesticada pela máquina de marketing dos grandes estúdios. É um lugar de grandes anúncios (RoboCop por Aronowski, Red Sonja com Rose McGowan) e de poucas novidades. Um paradoxo, que reflete na atmosfera incrivelmente morosa do salão principal – lotado como nunca, diga-se. Deve ser um saco para quem faz a cobertura online, o hard news do evento, já que de “news” a Comic Con pouco traz além do marketing mastigado. Para a SET é outro papo, já que, sem a preocupação de jogar tudo para você, caro leitor, na velocidade da luz, encontramos espaço para entrevistas mais longas (e exclusivas) que damos aos poucos, em matérias mais completas.

Com a Comic Con chegando ao fim em dois dias, eu ainda espero que o sábado reserve boas surpresas (Terminator Salvation é o grande filme de hoje). Mas já estou resignado. Ano que vem, com mais coisas da Marvel – uma turma ótima que domina a platéia como poucos -, quem sabe a Con não recupere o gás?

Antes de mais uma batelada de fotos, fechei a noite com dois filmes. Step Brothers, com Will Ferrell e John C. Reilly, estreou hoje por aqui e é uma bomba. Já na madrugada, foi com Jeff Buhler, roteirista de The Midnight Meat Train, conferir a adaptação da história curta de Clive Barker que li há bons quinze anos. Forte, muito forte…

Com a imagem de Vinnie Jones estraçalhando crânios em mente, despeço-me!

E o pessoal espera por Watchmen...

E o pessoal espera por Watchmen...

E êi-los!

E êi-los!

Jackie Haley Earle (Rorschach) e Jeffrey Dean Morgan (o Comediante)

Jackie Earle Haley (Rorschach) e Jeffrey Dean Morgan (o Comediante)

Male xxxxxx (Laurie xxxxxxx, a Espectral II), Patrick Wilson (o Coruja) e Carla Gugino (Sally Júpiter, a Espectral I)

Malin Akerman (Laurie Juspeczyk, a Espectral II), Patrick Wilson (o Coruja) e Carla Gugino (Sally Júpiter, a Espectral I)

O venerável Zack Snyder

O venerável Zack Snyder

Mathew Goode (Ozymandias) e Billy Crudup (Dr. Manhattan)

Mathew Goode (Ozymandias) e Billy Crudup (Dr. Manhattan)

Frank Miller, a produtora xxxxxxxxxxxxxx e Sam Jackson no painel de The Spirit

Frank Miller, a produtora Deborah Del Prete e Sam Jackson no painel de The Spirit

A... errr... Liga da Justiça...

A... errr... Liga da Justiça...

Maquete de Halloweentown, de O Estranho Mundo de Jack, que custa a miséria de 25 mil dólares...

Maquete de Halloweentown, de O Estranho Mundo de Jack, que custa a miséria de 25 mil dólares...

Sim, é o Capitão América. O original, da série Truth (não leu? culpa da Panini...)

Sim, é o Capitão América. O original, da série Truth (não leu? culpa da Panini...)

Que detalhista esse.... modelo do Jabba, não?

Que detalhista esse.... modelo do Jabba, não?

É, muito interessante mesmo...

É, muito interessante mesmo...

Tão bacana que eu passaria o resto da Con fotografando... é, o Jabba...

Tão bacana que eu passaria o resto da Con fotografando... é, o Jabba...

Chucky, tamanho natural, precinho irreal...

Chucky, tamanho natural, precinho irreal...

A DC colocou em seu booth alguns pôsteres com novas imagens de Watchmen. Como esse ai...

A DC colocou em seu booth alguns pôsteres com novas imagens de Watchmen. Como esse aí...

... ou este. E desculpem o cabeção do cabeção.

... ou este. E desculpem o cabeção do cabeção.

Lou Ferrigno. Mas de longe, para ele não cobrar pela foto...

Lou Ferrigno. Mas de longe, para ele não cobrar pela foto...

E com esse pedaço delicado de marketing da __________, vendendo o filme ____________, encerro por hoje. See ya!

E com esse pedaço delicado de marketing da __________, vendendo o filme ____________, encerro por hoje. See ya!

Afinal, qual é a de Fim dos Tempos?

quinta-feira, 12 junho, 2008

Amanhã estréia o novo filme de M. Night Shyamalan, Fim dos Tempos. Eu estava em um avião a caminho de casa, mas o editor-chefe de SET, Rodrigo Salem, assistiu ao filme em São Paulo. O que ele achou? Bom, descubra nas linhas a seguir.

FIM DOS TEMPOS
(The Happening, EUA/Índia, 2008 ) De M. Night Shyamalan Com Mark Wahlberg, Zooey Deschanel, John Leguizamo, Ashlyn Sanchez. 91 min. http://www.thehappeningmovie.com Fox. Suspense
NOTA: 6

Num determinado episódio de South Park, os militares pedem a ajuda para três cineastas de Hollywood (Mel Gibson, Michael Bay e M. Night Shyamalan) para bolarem um plano para impedir que terroristas assassinem todas as criaturas de fantasia imaginadas pela humanidade. Em vez de elaborar tramas para acabar com os vilões, Shyamalan fica soltando diversas reviroltas sem nexo. A caricatura (errônea) de um diretor truqueiro, mais preocupado em bolar finais inesperados para enganar os trouxas parece ter convencido a própria vítima. Se A Dama na Água foi uma ousada mudança de ambiente, Fim dos Tempos teria tudo para um dos cineastas mais originais da atualidade provar que suas histórias sempre possuem uma carga de subtexto e técnica além das surpresas no fim.

O problema é que Fim dos Tempos é a obra de um sujeito atingido pela insegurança ocasionada por toda a confusão envolvendo a saída da Disney, o fracasso na Warner e as críticas à Dama na Água. O que poderia ser um passo além numa filmografia invejável vira um pastiche de todos os elementos que Shyamalan usou nos longas anteriores – para efeito de comparação, imagine Brian DePalma depois de Fogueira das Vaidades, filmando o indulgente Síndrome de Cain. Temos o herói médio de Sinais, agora na figura do professor de ciências de Mark Wahlberg. Há o homem em busca da felicidade da família de Corpo Fechado. De A Vila, a paranóia invisível e o isolamento. As (boas) imagens fortes (é o primeiro filme dele desaconselhável para menores de 17 anos) são amplificadas de O Sexto Sentido. E até temos o roteiro linear de A Dama na Água. Tudo isso resulta num suspense bem acabado, porém óbvio e sem…err.. suspense. As metáforas sobre a praga ecológica que consome o leste dos Estados Unidos (levando as pessoas a cometerem suicídio) conseguem ser mais risíveis que as de Guerra dos Mundos, de Spielberg, e os atores parecem todos meio desnorteados, principalmente Zooey Deschanel, mais pirada que sua personagem no lisérgico Weeds. Não chega a ser o fim do mundo, mas Shyamalan precisa recuperar a confiança urgentemente em The Last Airbender, do contrário não teremos nem finais surpresa ou surpresa alguma vinda de suas obras.

Rodrigo Salem

Hulk esmaga na SET de aniversário!

domingo, 25 maio, 2008

Chegou aquele momento do mês em que eu digo “a SET está pronta” e dou um aperitivo para vocês. Pois bem, depois de um feriadão trabalhando, a edição de junho está pronta – e é uma edição especial, com 100 páginas, para marcar os 21 anos da revista. Nós investigamos os bastidores de O Incrível Hulk para revelar o que a Marvel pretende com o novo filme do verdão no cinema – e como ele se encaixa no “grande plano” da editora. Fomos para Londres entrevistar os criadores de Sex and the City – O Filme. Entrevistamos Steve Carell direto do set de Agente 86. Renato Aragão, o maior astro que o cinema brasileiro já teve, fala sobre passado e futuro de sua carreira. E Wall-E está espalhado por toda a SET. Deu um trabalhão, mas o resultado você confere nas bancas no começo de junho (e eu espero que, desta vez, ninguém roube nossos textos…).

Atualizado! Homem de Ferro é jóia!

quarta-feira, 23 abril, 2008

Homem de Ferro

Atualizado: rapazes e moças, não saiam da sala até o fim dos créditos! Vocês terão uma surpresa….

Ok, spoiler-free: Homem de Ferro é jóia, é um pipocão redondo, com atuações bacanas e efeitos incríveis. Mostra que a Marvel não está brincando e promete colocar nos cinemas as melhores transições do papel para celulóide de seus personagens. Tudo é feito com respeito, cuidado e bom humor. O filme abre com Stark sendo atacado no Afeganistão, salta para um breve flashback no qual a gente entende um pouco melhor seu espírito “o mundo que se exploda, eu quero me divertir” e, depois que ele constrói sua primeira armadura, engata uma segunda e não pára mais.

Tony trabalhando

Robert Downey Jr., que deve experimentar um upgrade em sua carreira como o de Johnny Depp pós-Piratas do Caribe, constrói um Tony Stark genial, em que pequenos detalhes em sua atuação detalham bem sua mudança de filosofia. A trama bebe um pouco da história do Monge de Ferro nos quadrinhos (Obadiah Stane, a tentativa de controle das Indústrias Stark, a criação de uma armadura mais hardcore), com uma pitada de “Guerra das Armaduras” (Tony percebe que suas criações só trazem dor e sofrimento e coloca a destruição de sua tecnologia quando usada para o mal como missão). Nenhuma ponta é deixada solta, nenhum elemento surge ao acaso. Os efeitos especiais são um caso à parte: a integração de protótipos reais com personagens digitais faz com que o herói surja fantástico no “mundo real” – em especial o vôo ao lado dos F-22s e a batalha com o Monge de Ferro. Homem de Ferro está lá no topo, ao lado de Homem-Aranha 2 e Batman Begins, como um dos grandes filmes contemporâneos que são baseados em personagens de gibis.

Obadiah Stane

Agora, momento “eu sou fã e quero saber o que acontece”. A cena com Sam Jackson no papel de Nick Fury, que foi rodada ano passado, ficou no chão da sala de montagem (aguarde o DVD). “Espere por O Incrível Hulk e você vai entender” foi a dica passada por Kevin Feige, presidente da Marvel. Mas isso não significa que a SHIELD está fora de Homem de Ferro – muito pelo contrário. Os oficiais da agência governamental secreta são fundamentais para amarrar a trama em seu terceiro ato, deixando claro que sua relação com Stark – e com quem ele se tornou – está longe de terminar. Existe, também, uma “força oculta” atuando nos bastidores, embora Jon Favreu e a Marvel tenham optado por não seguir um caminho sobrenatural – ou seja, não fazendo com que o grande vilão do filme fosse o Mandarim – neste primeiro filme. O grupo terrorista que seqüestra Stark, porém, é chamado de 10 Anéis. A certa altura, James Rhodes (Terrence Howard) olha para a armadura Mark 2 na oficina de Stark e dispara um “Fica para a próxima” que não esconde o caminho que um segundo filme pode seguir. Ah, preste atenção no ringtone do celular de Stark… “Tony Stark tira onda, que é cientista espacial…”

Tony e Pepper

Quer mais pistas do futuro da Marvel no cinema? Paciência, meu caro. Logo depois da estréia de Homem de Ferro, e pouco antes de O Incrível Hulk reencarnar em celulóide, a editora/produtora vai jogar mais alguns ossos. Como, por exemplo, o fato de Emil Blonsky, antes de ser tornar o Abominável, ser anabolizado com um certo soro do supersoldado para enfrentar o Verdão. Sem falar que Tony Stark também está no novo Hulk, sugerindo que os Vingadores podem não estar tão longe assim…

Tony Stark

Monge de Ferro

Batalha nas ruas

Tony e Pepper

O diretor Jon Favreau

Homem de Ferro