Archive for dezembro \24\UTC 2007

Feliz Natal! E olha a(s) SET de janeiro!

segunda-feira, 24 dezembro, 2007

Rapazes e moças! É véspera de Natal, SET Online e Kapow! estão tomando fôlego para caprichar na internet em 2008 – o que vocês estão vendo por aqui não passa de aperitivo… rs…. A partir de janeiro, mais notícias e mais interação com você aqui na web, em seu celular e, claro, com a revista. Podcasts, vídeos exclusivos, making ofs, entrevistas e novidades que você não encontra em nenhum outro lugar porque…. bom, porque nenhum outro lugar é a SET. Para deixar seu Natal mais bacana, aí embaixo estão as capas da edição de janeiro de SET. Sim, as capas! Os dois filmes mais explosivos de nosso preview 2008 enfeitam as capas que vão para diferente partes do Brasil: o Coringa em Batman: O Cavaleiro das Trevas chega às bancas dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro; Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, numa ilustração (seguindo a tradição dos pôsteres dos filmes, claro) do grande Alexandre Jubran, vai para o restante do Brasil. Corra para as bancas no começo de janeiro e garanta a sua! Cheers!

copia-de-capa-indy.jpg

copia-de-capa-joker.jpg

Ponto para Big Wyllie

sexta-feira, 21 dezembro, 2007

iamlegend.gif

Eu Sou a Lenda já é um fenômeno. Com quase 80 milhões de doletas no caixa só em seu fim de semana de estréia – o maior da história em dezembro -, o filme prova uma e uma coisa: Will Smith é o cara. Mais que isso. Ele é capaz de vender qualquer coisa. Drama (Em Busca da Felicidade), comédia (Hitch), aventura (Bad Boys 2), ficção científica (Eu, Robô)… E agora, terror. Números, números. Mas você, meu caro, pode estar se perguntando: “E aí, vale minha grana?” Will vale. O filme, nem tanto. Baseado no livro de 1954 escrito por Richard Matheson e já levado ao cinema duas vezes (Mortos Que Matam, de 1964, e A Última Esperança da Terra, de 1971), Eu Sou a Lenda é uma ficção científica/terrorzão/espetáculo pós-apocalíptico tímido. Bacana, bonitão, mas tímido. Todo o tempo em que o diretor Frances Lawrence (Constantine) se concentra em Will Smith, sozinho zanzando por uma Nova York às moscas, é genial. Os flashbacks que mostram a gênese do vírus que transformou 90 por cento da humanidade em “zumbiros” são… ok, vai. Mas quando os ditos aparecem, a coisa é anti-climática. Vai entender. Culpa do roteiro indeciso, que não sabe se assume que a humanidade agora é um bando de bestas sedentas de sangue ou humanos involuídos mas que ainda são capazes de raciocinar (ou de armar uma arapuca engenhosa, ainda que besta, para Will). O terceiro ato, por sinal, vai radicalmente contra o texto original de Matheson, empurrando um final que, ora, não é de se estranhar, mas ainda assim peca pela falta de cojones. Alice Braga? hmmm… Quem sabe na próxima, não? Ainda assim, Eu Sou a Lenda era o blockbuster que as bilheterias anêmicas precisavam para respirar e entrar na temporada de festas aliviada. Mas é só dinheiro, certo? Certo, mas vale pelo um show de Big Wyllie, que volta aos cinemas ianques em seu feriado favorito, o 4 de julho, como o super-herói Hancock. Ka-ching!

Ah, leia a matéira publicada na SET de novembro nos links abaixo.

O Último dos Moicanos

Mortos que Matam

Richard Matheson

Dragon Ball Zzzzzzz

quinta-feira, 20 dezembro, 2007

 Goku de Dragon Ball

Eu não entendo. Já faz um tempinho que Hollywood tenta levar um anime para o cinema, mas eu realmente não vejo um motivo. É outra sensibilidade, é um estilo que simplesmente não traduz. Mas os produtores, na certa vendo a receita absurda de mangás nos EUA, não desistem. Tudo isso leva a Dragon Ball – basicamente um épico sobre uma rapaziada de cabeça engraçada que passam episódio atrás de episódio quebrando o pau. Para os fãs, é isso e tá beleza. Mas, convenhamos, traduzir isso para cinema requer mais estofo. Aparentemente, é o que o diretor James Wong (Premonição) está tentando fazer com seu Dragon Ball live-action. Dar uma história. Contar uma origem. Ir do ponto A ao ponto B.

“Filho de Tom Cruise em Guerra dos Mundos” é Goku ianque no cinema

Aí, claro, começam os problemas. Os fãs não admitem que o elenco não seja oriental (ele não é, Goku, o herói da coisa, é o filho de Tom Cruise em Guerra dos Mundos). Os fãs também não admitem que uma linha da “saga” seja modificada (já foi, a palavra é “reinvenção”). Então para quem Wong está fazendo seu filme? Meu chute seria para o mesmo pessoal que gosta de High School Musical. É uma aventura para tweens – mesmo que muitos fãs já façam a barba regularmente. Mas, sério, olhe para a imagem de Goku lá no alto e me diga se havia outra solução. É, eu acho que não.

Ultimates, nhé…

quarta-feira, 19 dezembro, 2007

ultimates3_cover3.jpg

É uma coisa bizarra. A Marvel tem duas “temporadas” de uma série absolutamente sensacional em quadrinhos e, quando chega a hora de cortar a bola, joga tudo pelo ralo. É, meus caros, eu li The Ultimates Vol. 3, cortesia de Jeph Loeb e Joe Madureira. Em uma palavra? Argh. Mega-argh. Tudo que Mark Millar e Bryan Hitch construíram em 26 edições, Loeb e Mad destruíram em uma. A sátira social bacana? Tchau. A ironia e os diálogos pop? Tchau. A sensação de estar “lendo um blockbuster”? Tchau. Ao que parece, Loeb, que já escreveu coisas geniais, estava com pressa de descontar o cheque gordo da Marvel. Gibi “adulto” e com “atitude” para ele são insinuações nada discretas de atos sexuais, incesto e por aí vai. A Vespa, uma baixinha asiática na série, de repente virou uma ocidental ruiva. O pior? A arte. Joe Mad pertence a alguma vala dos anos 90, com uma influência nefasta de mangá e zero criatividade – o que era realismo bacana virou clube de super-heróis. Parece uma vesão em gibi do arcade Marvel vs. Street Fighter. Uma pena. E um desperdício.

Sigam-me os bons…

terça-feira, 18 dezembro, 2007

É, rapazes e moças, escrever pra uma platéia de um é tarefa árdua. Mas teste é teste, então nada como traçar algumas linhas e terminar com um “bem vindo de volta!” antes de arregaçar as mangas e tocar o trampo. O nome? Quem sabe como ficará? Mas é aqui que Kapow! (ou “a coluna previamente conhecida por Kapow!”) finca os pés. Pra valer! Então, limpe os pés no tapete da entrada, comente à vontade e vamos que vamos!